Espaço do Grupo 1

Espaço do Grupo 1 - SETOR DE ENTRETENIMENTO

Participantes / e-mails


ARTUR DUARTE NEHMI - artur.nehmi@spartafundos.com.br
CARLOS VINÍCIUS CARDOSO LIMA - vinicius.lima@saint-gobain.com
HERIK MOURÃO - hmourao@yahoo.com.br
KAREN TAMIE OUTI - karen_tamie@yahoo.com.br
RAFAEL QUINTEIRO DA SILVA - rafaelqds@gmail.com
RENATA DE AZEVEDO FURLAN - re.furlan@uol.com.br





Arquivo abaixo com aspectos jurídicos.

Herik







Pessoal do Grupo 1,
O trabalho está ficando ótimo, dentro do que foi pedido.
Sugestões:
1- colocar mais exemplos, sempre que possivel
2- melhorar as referecias bibliográficas no final, estão incompletas.

Prof. Luciel H. Oliveira


Gente, Segue doc do nosso trabalho. So falta Aspectos Juridicos que o Herik ficou de fazer.
Karen

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Pessoal, segue arquivo com os fatores-chave de sucesso nesse setor, e com as tendências e características do ambiente operacional (análise PESTEL).
Artur e Karen


Segue a análise da clientela, concorrência, ambiente econômico e ambiente físico.
Artur

Dados do Mercado de Vídeo
No início, era preciso rebobinar as fitas antes de devolvê-las. No século 21 o DVD tornou antiquado o verbo rebobinar, mas deixou eufórico o público. E, por consequência, os empresários.
Segundo dados da UBV (União Brasileira de Vídeo) o mercado estima que entre 2003 e 2005 havia, no Brasil, quase 14 mil locadoras de filmes. Mas, a partir de 2006, este número diminui drasticamente. Hoje, há, no máximo, 6 mil lojas.
A União Brasileira de Vídeo ainda não fechou os números de 2009, mas, entre 2006 e 2008, o número de DVDs comercializados no país caiu 14%, de 28,7 milhões para 24,7 milhões de unidades. Quando se leva em conta apenas a venda para locadoras, a curva acentua-se ainda mais: de 8,5 milhões para 4,6 milhões, ou seja, uma redução de 45%.
O Brasil tinha o maior mercado de locação do mundo. As locadoras surgiram na era do VHS para atender a um público que, ao contrário de europeus e norte-americanos, não comprava filmes, alugava.
Para os estúdios, foi um ótimo negócio. Eles chegavam a vender por R$ 100 um produto que saía da fábrica por R$ 5. Mas com o DVD, o hábito do aluguel foi sendo substituído.
Em meados dos anos 2000, as Lojas Americanas passaram a trabalhar com preços muito baixos, colocando a venda filmes a um preço de R$ 9,90. Para que alugar se comprar era tão barato? Redes como Fnac e Saraiva também passaram a ser concorrentes indiretos e quando acordaram para a venda, encontraram concorrentes mais difíceis de enfrentar: a pirataria e o download.
Estima-se que os estragos no setor em função da pirataria no ano de 2007 correspondem, segundo últimos dados da UBV, a perdas de aproximadamente R$ 650 milhões em locações, com redução de 40% nos postos de trabalho nas videolocadoras.
Já neste ano de 2010, mais de 70 milhões de pessoas adquiriram falsificações. Quase metade dos brasileiros compraram produtos falsificados este ano, segundo pesquisa da Fecomercio-RJ/Ipsos. São cerca de 70,2 milhões de consumidores de produtos piratas – 13,8 milhões a mais de pessoas que o registrado em 2006. Desde o início do levantamento, há quatro anos, CDs e DVDs figuram no topo da lista de produtos piratas mais consumidos, onde o consumo de DVDs ilegais aumentou de 35% para 77%. “O binômio que sustenta esta expansão é agilidade com que hoje os falsificadores podem reproduzir essas mídias, pelo avanço e disseminação da tecnologia, e o aumento significativo na venda de aparelhos de DVD”. Ainda de acordo com a pesquisa, o preço baixo é o fator decisivo na hora da compra - nenhum dos malefícios e prejuízos do consumo ilegal é levado consideravelmente em conta.
Quanto ao download de vídeos, a pesquisa aponta que 69% dos usuários na Internet assistem ou fazem download online. Desses, 61% assistem a vídeos curtos, seriados de televisão e filmes. Outros 23% fazem download do vídeo para assistir sempre que desejar. A média de idade dos consumidores de vídeos online é de 18 a 29 anos e 14% dos usuários já subiram um vídeo na Internet. Em 2007, apenas 8% dos usuários tinham o mesmo hábito.
Segundo o site IP News, o mercado mundial de vídeo online deve movimentar US$16,1 bilhões em serviços pagos e bancados por publicidade, até 2012, de acordo com a ABI Research, que acompanha tendências de mídia.
A expectativa, portanto, está nos lançamentos de blu-ray, disco de altíssima definição, com mais possibilidades interativas, que pede uma TV full HD. “O horizonte é o blu-ray, porque não dá para piratear. A alta definição não dá para piratear nem fazer download. Por isso, está se apostando nessa nova mídia. É uma sobrevida para as videolocadoras”, diz Luciano Tadeu Damiani, presidente do Sindicato das Empresas Videolocadoras do Estado de São Paulo (Sindemvideo).
Em 2009, foram vendidas 230 mil unidades de blu-ray, ante 90 mil em 2008. Os estúdios buscam também incentivar as locadoras a investir em séries de TV que, hoje, são mais vendidas que alugadas, e games.
Há também algumas videolocadoras em São Paulo que tentam ganhar o cliente pela boca, dando mais espaço para os itens de conveniência, como doces e bebidas. Outras passaram a também vender DVDs e investiram em um catálogo diferenciado, com filmes que não são facilmente encontrados nem em camelôs nem na web. Na tentativa de se manter em um mercado cada vez mais enxuto, todas depositam suas esperanças mesmo no que pode impulsionar o movimento.

A Empresa NetMovies

A NetMovies é uma empresa brasileira que trouxe para o país um modelo de negócios americano adaptado às especificidades da cultura brasileira. Especializando-se no aluguel de filmes através de plataformas online, a NetMovies apresentou ao mercado brasileiro um modelo alternativo de consumo de entretenimento cinematográfico.
Durante quatro anos o fundador da NetMovies, Daniel Topel, amadureceu ideias e modelos matemáticos para colocar de pé o negócio de sua videolocadora. O modelo, semelhante ao da americana Netflix, era complexo, formado por complicadas regras que definiam a logística de entrega e retirada dos DVDs. Quando percebeu que não conseguiria fazer a entrega dos discos pelo correio, Topel começou a estudar as possibilidades de se associar a transportadoras. Mas, em vez de conseguir descontos, decidiu aliar o conhecimento de processos logísticos acumulado na Ilog, empresa em que trabalhou de 2000 a 2007 elaborando software de informações de negócio aplicado a operações logísticas, para tornar-se parceiro das transportadoras. "Eu me oferecia para melhorar o processo deles em troca da associação", diz. Aplicando números nas operações, o negócio foi se mostrando eficiente.
Os conhecimentos matemáticos também foram aplicados na própria empresa. Quem assina o serviço da NetMovies recebe um número determinado de filmes em casa e não tem prazo para devolvê-los. Ou seja: não há como estimar quanto tempo determinado título ficará indisponível para os outros clientes. O usuário pode definir manualmente uma lista do que deseja receber em casa, mas quem dá o veredicto sobre os filmes que serão entregues nas residências são os algoritmos criados por Topel e sua equipe.
Os cálculos envolvem disponibilidade de estoque, endereço, preferências e outras variáveis e são desenhados para atingir o nível máximo de satisfação dos usuários. É um sistema sobre o qual Topel garante ser o diferencial da empresa. Apenas quatro meses depois de a NetMovies iniciar suas atividades, ainda em 2006, a concorrente Flexfilmes, que havia sido lançada seis meses antes, acabou colocando a operação à venda.
Aplicando números o negócio cresceu. Após três anos de operações, a NetMovies soma hoje cerca de 70 funcionários, 22 000 filmes no acervo e a compra de três de seus quatro maiores concorrentes: Videoflix, Pipoca Online e Flexfilmes. Para 2010, a meta é aumentar em 350% o faturamento de 2009, o que significa fechar o ano com receita de mais de 50 milhões de reais.
Além de crescer o negócio de locação, que já tem cobertura em quase 100 cidades, a NetMovies vai abrir uma nova linha de receita: a publicidade geolocalizada. Unindo as informações sobre o endereço dos assinantes com suas preferências cinematográficas, Topel pretende vender o espaço nos envelopes dos filmes para anúncios bem direcionados. Além disso, a empresa aposta em novas mídias e formatos, como os vídeos online, serviço lançado no ano passado e que hoje soma 1 500 títulos que podem ser assistidos via streaming.
As iniciativas da americana Netflix também dão mostras dos caminhos que a empresa deverá percorrer por aqui. Lá, por exemplo, os filmes podem ser baixados por aparelhos de videogame como Xbox ou Playstation, e o usuário assiste ao filme no televisor. No começo de agosto, a Netflix pagou 1 bilhão de dólares pelos direitos de oferecer também via internet filmes dos estúdios Paramount Pictures, Lions Gate e MGM.
O perfil de Topel agradou à holding Ideiasnet, que no início deste ano investiu 4,5 milhões de reais na NetMovies. O apoio do investidor representou o fôlego necessário para alcançar o objetivo que, desde o início, os números indicaram como fundamental: escala. Agora, a NetMovies busca variar seus canais de negócios para cumprir a meta de crescimento exigida pelo investidor, que possui 52,8% da empresa.

Como funciona:
DVDs e Blue-Ray Escolha: são mais de 22.000 filmes que você pode montar sua lista no site e alterar os filmes e a ordem em que vai recebê-los.
Receba: as entregas são feitas das 8h às 19h em qualquer endereço de sua área de atendimento. É preciso ter alguém no local para assinar o comprovante de entrega.
Assista: quando quiser e sem multas, no ritmo desejado, já que a NetMovies não tem multa e nem prazo de devolução.
Troque: sem sair de casa. É necessário agendar a data pelo site ou celular que a empresa entrega o próximo filme e retira o que você já assistiu. Você não é obrigado a trocar todos os filmes de uma vez.

Assistir Online
O cliente escolhe o filme ou série que deseja assistir pelo site da empresa. O NetMovies filmes online dispensa o download de arquivos. O cliente clica e assiste na hora, sem ter de esperar e sem correr risco de pegar virus. O serviço funciona em qualquer computador, inclusive em netbooks, em qualquer sistema operacional (PC, Mac, Linux, etc), e em qualquer navegador (Internet Explorer, Firefox, Safari, Chrome, Opera, etc) sem requisitos mínimos de processador, de memória ou mesmo de capacidade de armazenamento no disco rígido. Existe também a possibilidade de se assistir os filmes online na TV conectando o próprio computador a uma TV

A empresa ainda apresenta em seu site o que denomina de “manifesto”, suas conquistas, missão e valores:
Manifesto:
“A NetMovies nasceu para resgatar o prazer de assistir filmes em casa com comodidade e economia. NetMovies é para todo mundo que gosta de cinema, é para pessoas antenadas, práticas, modernas e inteligentes. Pessoas que valorizam o prazer, a diversão, a comodidade e que também valorizam muito o seu tempo e seu dinheiro.
A NetMovies veio para revolucionar sua experiência de assistir filmes em casa, usando muita criatividade e tecnologia para eliminar todas aquelas chateações das locadoras comuns. Acabamos com as multas, trânsito, estacionamento, filas, prazo de devolução, pouca variedade de filmes e todas as outras inconveniências das locadoras tradicionais.
O prazer, a liberdade e a emoção da sétima arte em sua casa estão de volta!”
Conquistas:
A NetMovies já é líder absoluta e referência de mercado.
  • Possui o maior acervo do Brasil com mais de 20 mil títulos.
  • Tem a maior área de cobertura do país.
  • Seu serviço oferece o menor preço e maior número de opções de pagamento.
  • É a única empresa de filmes no mundo que oferece serviços no celular.
  • Suas inovações são detentoras de diversas patentes.
  • Oferece o maior acervo de Blu-Ray do país.

Missão:
Ser a melhor e maior locadora online da América Latina, oferecendo aos nossos clientes a melhor experiência de entretenimento em casa.
Valores:
  • Foco na satisfação do cliente.
  • Metodologia e qualidade para melhorar sempre.
  • Integridade e transparência.
  • Inovação com criatividade e simplicidade.
  • Valorização de nossa gente.
  • Geração de valor para nossos acionistas.
  • Responsabilidade com a comunidade e o meio-ambiente.

Fonte: Folha / G1 – Globo.com / IP News / UBV – União Brasileira de Vídeos / NetMovies