Espaço do Grupo 6

Espaço do Grupo 6 - CONSTRUÇÃO CIVIL
Participantes / e-mails
ALEXANDRE ANTONIO CESARE - embusman@uol.com.br
FERNANDO BERGAMASCO ENDO - fernando.endo@gm.com
FERNANDO CESAR RUIZ CASAGRANDE - fernando.casagrande@gm.com
GUSTAVO LUIS DUARTE RIBEIRO SAMPAIO - guto83@hotmail.com
KARLA CHRISTIANE PAIVA REDONDO - kpaiva@metrus.org.br
MARIANA PASMANIK SCHILIS - mariana@fulwood.com.br



Leilão de imóvel de R$ 250 mil terá lance inicial de R$ 0,01

Fonte: www.terra.com.br

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Condomínio Liberty Garden fica na Barra da Tijuca
Foto: Divulgação
Um apartamento de R$ 250 mil, localizado na Barra da Tijuca, será leiloado por intermédio de um site na internet (http://www.meuapecom1centavo.com.br), com valor inicial de R$ 0,01. O sistema de lances será o de "penny auction", popularizado pela web. As ofertas podem ser feitas a partir de 9 de dezembro.
O condomínio Liberty Garden conta com piscina, fitness, guarita, sauna, brinquedoteca, espaço gourmet, pub, spa, quadra poliesportiva, salão de jogos juvenil, recreação infantil, bar de piscina, quadra de areia, sala de estudo, sala de cinema e sala de leitura.
No sistema, os interessados fazem lances de R$ 0,01 sobre o valor que está levando o item. Existe um cronômetro de 15 segundos em contagem regressiva que zera sempre que alguém faz uma proposta. O usuário que der um lance que não for coberto por nenhuma outra pessoa dentro do tempo, leva o apartamento.
Ao se cadastrar no site, o interessado ganha cinco lances e, para adquirir outro, paga R$ 1. A iniciativa é da Rossi Incorporadora. "Identificamos o potencial destes sites de leilão e estamos sendo pioneiros no segmento de construção civil", afirma o diretor de marketing da empresa, Marcelo Dadian.
Apesar de o cronômetro começar a rodar apenas no dia 9, já é possível fazer o cadastro no site e dar lances. Segundo a Rossi, o apartamento será o item mais caro já vendido no País por este sistema.

Gustavo Sampaio
01/12/2010


Governo prorroga redução de IPI para construção civil

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2010/11/governo_prorroga_reducao_de_ipi_para_construcao_civil_127931.html

São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta terça-feira a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção por mais um ano. A desoneração venceria em 31 de dezembro deste ano, mas será renovada até o fim de 2011.

A desoneração foi uma das medidas tomadas em abril de 2009 para combater a crise financeira internacional. O desconto do imposto engloba 45 itens da chamada “cesta básica da construção”.

“Vamos prorrogar a desoneração do IPI para produtos da construção civil. Estamos preparando as medidas e isso entra em vigor dia primeiro de janeiro. Os produtos que já estão desonerados continuarão, vamos prorrogar por mais um ano”, disse o ministro em discurso para empresários durante o 9º Congresso Brasileiro da Construção – Construbusiness 2010.

A construção foi um dos setores beneficiados pela série de desonerações e outras medidas fiscais que o governo adotou para contornar efeitos internos da crise financeira internacional de 2008.

Mantega disse que o estímulo à construção civil será mantido no governo da presidenta eleita Dilma Rousseff e que o setor continuará tendo papel importante no crescimento da economia. “É um setor que teve um crescimento excepcional, que vem gerando muitos empregos, é um dos polos de crescimento mais ativo da economia brasileira hoje. E contribui para a formação de capital fixo, que é investimento”.

O ministro reafirmou a necessidade de cortes de gastos públicos e disse que a equipe econômica já está trabalhando em “um forte programa de redução de gastos” para diminuir a participação do Estado na economia e abrir espaço para a iniciativa privada.

“Quando a economia está bem, o Estado pode diminuir sua presença, gastando menos, porque o setor privado dá conta dos investimentos. Agora é o momento de nos retiramos e darmos espaço ao setor privado”.



Investimentos em alta ajudam a sustentar o crescimento


Fonte: http://www.sindusconsp.com.br/envios/2010/construcarta/nivel_de_atividade_442.htm

Os números divulgados pelo IBGE para as Contas Nacionais trimestrais mostraram que a atividade econômica apresentou um ritmo de crescimento menor no segundo trimestre de 2010, tendo passado de 2,8% para 1,8%, na comparação com o trimestre anterior, já feito os ajustes sazonais. O fim dos incentivos fiscais e a antecipação do consumo observada no período anterior responderam pela desaceleração.

Na verdade, ante a retirada dos estímulos econômicos concedidos durante a crise de 2009, seria natural uma diminuição do ritmo de aumento da demanda. No entanto a redução da taxa de crescimento da atividade econômica foi menos intensa que a esperada. Do ponto de vista da demanda, dois segmentos foram decisivos para o resultado mais favorável: a formação bruta de capital, que aumentou 2,4% e o consumo do governo, com crescimento de 2,1%, ambos na comparação com o trimestre imediatamente anterior, já desconsiderados os efeitos sazonais. Pelo lado da oferta, a construção teve papel decisivo no desempenho da indústria ao registrar taxa de 3,2%, nessa mesma comparação.

Deve-se notar que os números revelam um aspecto fundamental da dinâmica do crescimento: pelo lado da demanda, o consumo das famílias desacelerou mais que o investimento, o que significa que a capacidade produtiva do país está crescendo em ritmo superior à demanda. E pelo lado da oferta, o setor da construção manteve taxas vigorosas de crescimento.

Na comparação com o mesmo período de 2009, a Formação Bruta de Capital fixo registrou aumento de 26,5%, permitindo assim que a taxa de investimento, que no segundo trimestre de 2009 foi de apenas 15,83% subisse para 17,85% do PIB. A despeito da elevação, ainda não se voltou ao patamar de 2008, quando o investimento chegou a 18,44% do PIB.

A recuperação do investimento vem se dando tanto pelo aumento da produção e importação de máquinas e equipamentos quanto pelo crescimento da construção.

Em termos nominais, o PIB do setor da construção alcançou no primeiro semestre do ano R$ 78,875 bilhões, o que representou um crescimento de 26,79% na comparação como primeiro semestre de 2009, ou ainda uma elevação de 19,07% acima do INCC.

Ao divulgar os números do segundo trimestre de 2010, O IBGE revisou também números anteriores. Por eles o PIB da construção em 2009 alcançou o patamar de R$ 137,377 bilhões, registrando assim um crescimento nominal de 7,15% em relação a 2008, o que representa uma elevação de 3,78%, acima do INCC.
Empregados na construção civil
Brasil, julho de 2010
Setores
Estoque
Variação (%)

Mês
Ano
12 Meses
Preparação de terreno
114.326
2,33
11,19
10,60
Imobiliário
1.197.890
1,53
13,86
18,04
Infra-estrutura
529.651
1,40
9,47
12,05
Obras de instalação
299.062
2,33
13,43
17,98
Obras de acabamento
116.115
1,49
15,50
19,87
Obras
2.257.044
1,64
12,69
16,27
Incorp. de imóveis
177.012
1,97
15,90
21,33
Eng. e arquit.
233.839
1,68
10,11
15,17
Outros Serviços
103.138
1,95
16,09
21,42
Serviços
513.989
1,84
13,23
18,46
Total
2.771.033
1,68
12,79
16,67
Fonte: SindusCon-SP/ FGV e Ministério do Trabalho e Emprego.

Ocupação na
construção civil - RMSP (Dieese)


Empregados na construção civil, São Paulo
Índice Dez/06=100
Mês
Índice
Var. Percentual

Mês
Ano
12 meses
Jul09
140,93
1,51
6,19
7,07
Ago
143,23
1,64
7,93
6,84
Set
144,89
1,15
9,18
6,67
Out
145,86
0,68
9,91
6,84
Nov
146,95
0,74
10,73
7,97
Dez
145,07
-1,27
9,32
9,32
Jan10
148,42
2,31
2,31
10,49
Fev
150,71
1,54
3,88
11,90
Mar
153,19
1,65
5,60
12,55
Abr
155,21
1,32
6,99
12,74
Mai
156,03
0,53
7,55
12,99
jun
156,13
0,06
7,62
12,46
Jul09
457,64
0,97
8,67
11,86
Fonte: SindusCon-SP/ FGV e Ministério do Trabalho e Emprego.

Emprego na construção
Brasil e São Paulo (MTE)


Empregados na construção civil, São Paulo
Mês
Estoques
Variação em números absolutos

Mês
Ano
12 meses
Jul09
663.433
9.884
38.687
43.833
Ago
674.296
10.863
49.550
43.148
Set
682.071
7.775
57.325
42.634
Out
686.675
4.604
61.929
43.979
Nov
691.768
5.093
67.022
51.082
Dez
682.950
-8.818
58.204
58.204
Jan10
698.720
15.770
15.770
66.317
Fev
709.475
10.755
26.525
75.447
Mar
721.170
11.695
38.220
80.432
Abr
730.664
9.494
47.714
82.582
Mai10
734.533
3.869
51.583
84.456
Jun
734,998
465
52.048
81.449
Jul10
742.130
7.132
59.180
78.697
Fonte: SindusCon-SP/ FGV e Ministério do Trabalho e Emprego.

Emprego na construção civil paulista,
var.% no ano julho de 2010




Emprego na construção civil paulista,
var.% no ano julho de 2010



BC: crédito imobiliário avança 3,6% em setembro

29 de novembro de 2010 | 11h 43
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,bc-credito-imobiliario-avanca-36-em-setembro,45335,0.htm
BRASÍLIA - O estoque de crédito habitacional e imobiliário atingiu em setembro R$ 172,16 bilhões, um aumento de 3,6% em relação ao mês anterior, informou hoje o Banco Central (BC). Os dados de crédito imobiliário têm uma defasagem de um mês em relação ao volume total de operações de crédito divulgado pelo BC.
O volume de recursos destinados às empresas atingiu R$ 46,775 bilhões, alta de 2,8% ante agosto, enquanto o estoque para as pessoas físicas somou R$ 125,385 bilhões, uma expansão mensal de 3,9%. Nos 12 meses encerrados em setembro, o estoque de crédito imobiliário concedido pelo sistema financeiro teve uma expansão de 46,8%. Em 2010, o avanço foi de 34,5%, de acordo com os dados apurados pelo Departamento Econômico (Depec) do BC.
Cheque especial
A mais cara operação de financiamento para pessoas físicas, o cheque especial, teve queda forte em sua taxa média de juros, indo na contramão do crédito para as famílias em geral. De acordo com os dados do BC, o cheque especial teve juro médio de 163,6% ao ano em outubro, ante 167,2% ao ano em setembro. No período, o juro médio das pessoas físicas subiu de 39,4% para 40,4% ao ano.
Concessões de crédito
A média diária das concessões de crédito livre teve alta de 2,7% em outubro ante setembro, segundo o BC. No período, a média diária das concessões para pessoa física subiu 4,3%, enquanto para pessoa jurídica teve expansão de 1,5%. Nos 12 meses encerrados em outubro, a média diária de concessões tem alta de 15,9%, com o segmento pessoa física subindo 24,7% e o segmento pessoa jurídica com alta de 10,6%.



Presidente da PDG diz que não há bolha no mercado imobiliário brasileiro


Por: Julia Ramos M. Leite
24/11/10 - 18h00
InfoMoney
“SÃO PAULO – Apesar da forte expansão vista nos últimos anos, não há bolhas no mercado imobiliário brasileiro. Essa é a opinião do presidente da PDG Realty (PDGR3), José Antonio Grabowsky, que traçou perspectivas bastante otimistas para o setor.
“Há um espaço muito grande para crescer nos próximos dez anos”, afirmou Grabowsky em evento realizado nesta quarta-feira (24) pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) e pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) em São Paulo.
Grabowsky classificou a oportunidade do mercado imobiliário brasileiro como “gigantesca”. Segundo ele, não há bolhas porque o movimento recente é uma recuperação dos praticamente 20 anos em que o setor ficou praticamente estagnado.
“O déficit habitacional é grande, o crescimento populacional e mudanças em termos de idade e capacidade de pagamento, além da ascensão da classe média, trazem uma perspectiva de crescimento enorme para o setor”, completou o executivo.

O papel do Mantega: governo
Grabowsky pontuou ainda a importância dos investimentos públicos no mercado imobiliário. “O Minha Casa, Minha Vida é o primeiro programa sério em muito tempo prorrogará IPI menor para tentar resolver o déficit habitacional. A baixa renda não era adequadamente atendida por dificuldades de viabilizar pagamento de compradores”, disse.
Para o executivo, as parcerias entre os setores público e privado são necessárias para o setor. “A responsabilidade é geralmente jogada para o setor privado; às vezes isso é viável, às vezes não – em especial na baixa renda”, ressaltou.

Demanda em alta
O presidente da PDG afirmou que a demanda é o que menos preocupa no setor. “Com financiamentos, a demanda do setor está garantida”, explicou.
Segundo ele, a evolução do crédito imobiliário do sistema de poupança é essencial, e deve acompanhar a demanda. “Há alternativas dentro do próprio sistema de construção
29 de poupança, mecanismos novembro de funding facilitam as operações, acreditamos que vamos ter que ter uma nova fonte de recursos, provavelmente a securitização, que é uma alternativa a poupança e ao FGTS”, disse.
Grabowsky destacou que essa nova opção abriria acesso a novas e importantes fontes de financiamentos. “Esse é o caminho que o mercado vai ter que perseguir para viabilizar esse crescimento grande que teremos nos próximos dez anos”.

Mercado de capitais
O executivo destacou ainda a enorme ajuda do mercado de capitais, tanto via ações quanto via dívida, no desenvolvimento do setor. “O acesso ao mercado ajudou na expansão do setor e na criação de grandes empresas imobiliárias”, disse.”

Nome: Gustavo Sampaio
Data: 28/11/2010


Os possíveis cenários para o crédito imobiliário brasileiro
Fonte: Imovelweb
“ Diante da crescente demanda por crédito imobiliário, existe possibilidade real de em 2014 os recursos da poupança se tornarem insuficientes para financiar a produção e aquisição de imóveis, paralisando o mercado. No seminário Dia do Crédito Imobiliário, promovido pelo Secovi-SP em 23 de novembro, em que as alternativas a esse esgotamento foram debatidas por representantes de bancos públicos e privados, Osmar Martinez, gerente nacional de Negócios Imobiliários para Pessoa Jurídica do Bradesco, expôs os quatro cenários possíveis para o crédito imobiliário brasileiro: manutenção da exigibilidade dos recursos da caderneta de poupança com Selic em alta; manutenção da exigibilidade com Selic baixa; fim da exigibilidade com a Selic elevada; e fim da exigibilidade com a Selic baixa. Considerando que a poupança cresce a 20% ao ano, enquanto o crédito imobiliário cresce a 40%, a melhor opção é que a poupança deixe de ser a principal fonte de financiamento. “Esta última possibilidade - fim da exigibilidade dos recursos da poupança e Selic baixa - é o melhor dos mundos, pois será possível investir os ativos dos bancos em fontes primárias (empreendimentos imobiliários) e secundárias (papéis de crédito imobiliário)”, disse Martinez. “O custo do dinheiro é medido pelo quanto de moeda é investido na economia. Sem que o banco tenha de aplicar um teto máximo de recursos em habitação e obedecer o Mapa4, o crédito imobiliário passa a ser, efetivamente, negócio”. Fontes alternativas de recursos Com a previsão de esgotamento da poupança, Luiz Antônio Nogueira de França, presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), defendeu o covered bonds, a securitização, a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LTI (Letras Financeiras com Lastro Imobiliário) como fontes de recursos para o crédito imobiliário. Martinez, do Bradesco, defendeu o estímulo à emissão de LCI e Fernando Baumeier, superintendente da área de Planejamento e Funding de Negócios Imobiliários do Santander, considerou os covered bonds como a grande saída para a falta de recursos no Brasil, pois o risco fica completamente com os bancos, além das LCIs, da securitização e dos fundos de pensão. “Na Alemanha, esse instrumento de crédito, que já tem mais de 50 anos de uso, não registrou um único default. E na Espanha, 50% da carteira hipotecária foi gerada com covered bonds, que distribuirão 28 bilhões de euros até 2020. Esse mercado é pujante e assegura os investidores e os sistemas bancários”, concluiu.
Hus Morgan Daroque, superintendente de Crédito Imobiliário do grupo Itaú-Unibanco, defendeu um mix de três fundings: poupança (captação de curto prazo), securitização e covered bonds ou LCIs, que são fontes de captação de longo prazo.
Da mesma forma pensa o superintendente executivo de Crédito Imobiliário e Consórcio do HSBC, Antonio Barbosa. “A poupança não acabará, mas vai depender da quantidade de fundings disponíveis. A composição desses fundings garantirá o crescimento do mercado e da economia”, opinou. O presidente do comitê de produtos financeiros imobiliários da Anbima, Rodrigo Machado, disse que apesar de o covered bonds ser uma solução possível para a falta de crédito imobiliário, o instrumento atrela o mercado à capacidade de endividamento do investidor, e isso não é muito seguro. “O mercado de capitais, por sua vez, é limitado à capacidade de poupança do mundo”, defendeu. Conforme Machado, os fundos de pensão ainda não trabalham com toda a sua capacidade e assim como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) são ativos de longo prazo, indexados a preços e com boas garantias para os investidores. “O mercado secundário ainda não é uma realidade, mas estamos transformando essa indústria, que tem condições de ser o pilar de sustentação do setor imobiliário quando os recursos da poupança se tornarem insuficientes”, finalizou. Para incentivar o avanço da securitização no Brasil, Sergio Odilon dos Anjos, do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, defendeu o cadastro positivo, pois a previsão contratual mitiga riscos financeiros, que por sua vez evitam a criação de passivos para as instituições financeiras. “Transparência nas operações permitem favorecimento aos clientes. Deve-se lembrar que o crédito imobiliário é a porta de entrada para fidelizar a relação desses clientes com os bancos”.
Na análise do representante do Banco Central, as letras financeiras com lastro imobiliário têm público distinto, são instrumentos modernos e devem ser estimulados. “Aperfeiçoamentos precisam ser feitos com muita cautela para que as LFIs não percam suas características”, recomendou.
Quanto às novas fontes de recursos, Odilon dos Anjos falou da necessidade de melhorar o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a fim de permitir a ampliação dos prazos de financiamento. “Afora isso, as condições são satisfatórias para estimular o mercado secundário, pois a inadimplência permanece em queda e o mercado adotou o loan-to-value definido no tratado de Basiléia II, que permite a mitigação de riscos financeiros”. “

Nome: Gustavo Sampaio
Data: 28/11/2010



Análise do Mercado
Para o cenário macro-econômico futuro as perspectivas de crescimento no Brasil são muito favoráveis, conforme podemos verificar nos gráficos do DEPEC - Bradesco - 2010:
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Este cenário aponta para um crescimento da economia e, consequentemente, um aumento no Produto Interno Bruto(PIB) brasileiro. As taxas projetadas de crescimento do PIB são superiores a taxa de crescimento vegetativo, o que implica em aumento real da renda per capita da população, novamente conforme dados do DEPEC - Bradesco - 2010 (imagem 2):
{imagem2.bmp}
Este crescimento da renda da população implicará no aumento na demanda de imóveis. Atualmente existe um grande déficit habitacional nos grandes centros do Brasil e com o aumento da renda a tendência é que a procura por imóveis aumente ainda mais, conforme mostra o gráfico abaixo• 14h39 • atualizado 16h54
Fonte: portal terra - fonte Cyrela (imagem 3):
{imagem3.bmp}
Outro reflexo importante é no aumento de crédito imobiliário. Segundo projeções dos bancos Itaú (Jornal - O Estado de São Paulo - Economia - 23/02/2010) e Caixa Econômica Federal (Revista Época - Negócios - 28/08/2010) apontam para um crescimento na ordem de 40% nas operações de crédito imobiliário para 2.011, conforme gráfico abaixo (imagem 4) da ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança):
{imagem4.bmp}
Desta forma, vislumbra-se um ambiente muito favorável para negócios imobiliários nos próximos anos no Brasil.
Alexandre Cesare
22/11/2010


Crédito imobiliário deve evoluir mais que crédito para consumo, prevê Serasa
Por: Evelin Ribeiro
01/11/10 - 09h47
InfoMoney
SÃO PAULO – As concessões de crédito imobiliário devem continuar se destacando na evolução da carteira de crédito a pessoas físicas nos próximos meses, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor, divulgado nesta segunda-feira (1º).
Por outro lado, o indicador mostrou que o otimismo para as concessões de crédito com recursos livres caiu 1,8% em setembro - para 100,5 pontos - na comparação com o registrado no mês anterior (101,5). Esta é a sétima queda seguida.
Segundo a Serasa, as concessões feitas com recursos livres devem continuar se expandindo ao longo dos próximos meses, porém, em ritmo lento.
Consumo x Imóvel
As operações de crédito com recursos livres são, na maioria, voltadas ao consumo. Já as concessões de crédito imobiliário são feitas basicamente com recursos direcionados.
Os técnicos da Serasa apontam que a disposição do consumidor em aumentar seus níveis de endividamento permanece elevada, devido à maior confiança e mercado de trabalho em momento favorável.
Sobre o indicador
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor tem o objetivo de antever, em um horizonte de seis meses, as concessões reais de crédito ao consumidor.
Material de construção destinado a casas populares pode ser isento de PIS/Pasep


Por: Equipe InfoMoney
29/10/10 - 17h05
InfoMoney
SÃO PAULO - Material destinado à construção ou reforma de casas populares poderá ser isento de contribuições para o PIS (Programa de Integração Social) e Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), caso um projeto de lei que tramita no Senado seja aprovado.
A proposta (PL 141/10), de autoria do senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), autoriza o Executivo a reduzir a zero as alíquotas das contribuições incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda de material de construção destinados a programas habitacionais, segundo a Agência Senado.
De acordo com o relator da proposta, senador Papaléo Paes (PSDB-AP), a redução dos custos na construção de imóveis contribuirá para que a população mais carente tenha acesso à casa própria.
Tramitação
A proposta deve ser votado na CDR (Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo) do Senado, na próxima quinta-feira (4).
Após a aprovação pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, o projeto será examinado pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos).

Gustavo Sampaio
15/11/2010


Indústria se afasta de SP 7,7 km ao ano
Fonte: Folha de São Paulo
Após 15 anos na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo), a doceria Amor aos Pedaços procura outro endereço para sua cozinha industrial. Atualmente, ela ocupa um espaço de cerca de 1.500 metros quadrados no bairro.
É a partir dali que são distribuídos, em formato “semi-acabado”, os bolos e as tortas que vão ser vendidos nas 54 lojas da rede em cinco Estados e Brasília.
Agora, o aumento do custo de locação -que acompanhou o boom imobiliário- e o trânsito complicado na região fazem a empresa ir em busca de novos horizontes.
Ela segue uma tendência que, a cada ano, tem “deslocado” as fábricas da capital paulista a uma média de 7,7 kms rumo ao interior.
A companhia considera diversos destinos -inclusive cidades próximas. E engorda uma demanda crescente, segundo avaliação de construtoras e imobiliárias.
CONDOMÍNIOS
Um estudo da Herzog imóveis Industriais e Comerciais mapeou o surgimento dos chamados “condomínios industriais” ou “logísticos”. Primeiramente, na Grande São Paulo. Depois, em cidades a até 100 quilômetros da capital.
Esses empreendimentos são galpões, divididos em módulos, que podem ser alugadoshttp://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201011291639_RTR_1291048509nN29212977
O governo federal prorrogou por uma empresa ou por várias delas. Além disso, incluem serviços, como segurança, limpeza e estacionamento.
Há quatro regiões principais para os condomínios paulistas: São Paulo (considerando o ABC e Guarulhos), Barueri, Jundiaí e Campinas.
Desde 1997 -quando foi inaugurado o primeiro, em Barueri-, os condomínios têm se afastado cada vez mais da capital.
“Fora da cidade, o valor de locação pago pelas indústrias é mais baixo. E o escoamento da produção é mais fácil”, diz Simone Santos, diretora de serviços corporativos da Herzog.
CUSTOS
O preço pedido por metro quadrado em um condomínio na capital ou na Grande São Paulo, segundo a imobiliária, fica entre R$ 18 e R$ 22 por mês. No interior, vai de R$ 15 a R$ 19. Esse valores não incluem despesas relativas às áreas comuns, que variam de acordo com as facilidades oferecidas pelo empreendimento.
Os custos desse tipo, ainda de acordo com a imobiliária, vão de R$ 1,5 a R$ 3,5 por metro quadrado de área locável.
Considerando todos esses gastos, a Herzog aponta que a despesa de uma indústria em um condomínio chega a ser 10% da que ela teria para manter os mesmos serviços em um galpão próprio.
“No condomínio, os custos comuns são divididos pelos locatários”, diz Santos.
“Escoar a produção na cidade de São Paulo é cada vez mais difícil”, diz Ricardo Miragaia, diretor-executivo da Amor aos Pedaços. “E precisamos de espaço.”
Indústria se afasta de SP 7,7 km ao ano
Fonte: Folha de São Paulo
Com o aquecimento da economia, o preço médio de locação nos condomínios industriais em São Paulo e região disparou. O valor passou de R$ 14 em 1997 para R$ 20 em 2010, segundo estudo da Herzog Imobiliária. O salto atraiu investidores que, especialmente depois da crise de 2008, quiseram diversificar os negócios aplicando em patrimônio sólido.
Com 40 anos no mercado corporativo -construindo escritórios, hospitais e shoppings-, a Racional Engenharia começou as obras do seu primeiro condomínio logístico em outubro de 2009.
A companhia aproveitou um terreno de 180 mil metros quadrados que possuía na rodovia Raposo Tavares, na capital, perto do Rodoanel.
O empreendimento tem investimento total de R$ 250 milhões. Com entrega integral prevista para 2011, terá 105 mil metros quadrados de área construída e 36 módulos distribuídos em três galpões.
A primeira fase da obra já está concluída -o galpão C, com 50,6 mil metros quadrados e oito módulos. Seis deles já estão com contrato de aluguel fechado.
“Quisemos construir um ativo de peso, que também gere valor em época de “vacas magras’”, diz Erika Matsumoto, gerente-executiva.
A GR Properties foi outra construtora a apostar nesse mercado. “A restrição à circulação de caminhões na capital paulista também faz com que as indústrias procurem galpões fora do Rodoanel”, diz Guilherme Rossi, diretor-geral da empresa.
A companhia entregou neste mês, em Jundiaí, um condomínio de 40 mil metros quadrados de área locável e 21 módulos -sendo que dez já foram alugados. O investimento total chegou a R$ 55 milhões.
Campinas se torna novo polo de condomínios
Fonte: Folha de São Paulo
Empreendimentos mais modernos - com galpões maiores e mais serviços- começaram a ser erguidos em Campinas em 2009. Construtoras apostam que a distância de 100 quilômetros da capital paulista seja considerada cada vez mais curta por empresas que procuram soluções para estoque e escoamento da produção.
Entre essas construtoras está a Fulwood, uma das pioneiras no segmento de condomínios industriais e com cinco entregues (quatro em Jundiaí e um em Sorocaba).
Com investimento de R$ 80 milhões, a obra de Campinas será entregue em 2011. Terá 60 mil metros quadrados construídos.
Gilson Schilis, presidente da companhia, diz acreditar que a região não terá problemas com mais condomínios. “A malha viária deve melhorar com a expansão do aeroporto de Viracopos”, diz.
Daniela Quinalha, supervisora de qualidade da Campos Operador Logístico -que está na cidade há 40 anos e se mudou para um galpão maior em 2009- concorda. A empresa tem 580 clientes, sendo 25% da capital.
“Os serviços da cidade para atender os trabalhadores também devem crescer,” afirma.
Mariana